
A linha que divide as nossas escolhas é muito tênue.
Cada vez mais me convenço de que nossa vida é guiada pelo passado. Por tudo aquilo que foi desenhado em nós ao longo dos anos.
Como no livro "Dibs, em busca de si mesmo " da autora Virginia Axline (quem gosta de psicologia, crianças, aprender...vale a pena ler), nascemos folha em branco, os outros nos riscam e rabiscam.
Primeiro são nossos pais. Depois aprendemos a dividir e a ter um amigo com os irmãos. A escola. A vizinhança. Criam-se os laços sociais.
Inicialmente, nossas decisões e escolhas são desvinculadas de qualquer compromisso. Despretensiosas. É o famoso criança-não-mente. Gostamos, detestamos, escolhemos e falamos em função do que pensamos.
Com o passar dos dias, o embate do social. É o "super ego" que toma seu prumo e nos guia para uma vida de boas relações.
Por quanto tempo?
A que custo??
Todos os caminhos de nossas vidas dependerão das decisões que tomarmos por seu percurso. Elas nos levarão ao lugar que escolhermos. Soa reduntantem. Assim é.
Uma coisa leva a outro, Um caminho a uma escola. Uma escolha a um caminho.
Eu já escolhi o meu. E custe o que custar, segurei meu curso.
"Agir, eis a inteligência verdadeira. Serei o que quiser. Mas tenho que querer o que for. O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito. Condições de palácio tem qualquer terra larga, mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?".(Fernando Pessoa)
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